
«Os donativos de caridade constituem um puzzle para cínicos e economistas que acreditam apenas em motivações egoístas. Porque haveriam as pessoas de dar dinheiro a estranhos sem esperar nada em retorno? Enquanto que alguns donativos são claramente altruistas — como testemunham as avalanches de generosidade depois do 11 de Novembro, do furacão Katrina e do tsunami asiático — outras ofertas já o parecem menos. Se a contribuição é motivada pela preocupação pelos outros, fica claro porque se dá para os pobres: o dólar pode comprar-lhes maior felicidade do que a quem dá. Mas o que é que pode haver de altruista em dar dinheiro a uma rica instituição de ensino superior? O capital [endowment] de Harvard atinge quase os 30 mil milhões de dólares, mas antigos alunos e outros doaram-lhe em 2006 mais 595 milhões, um terço do orçamento anual. Qual a justificação para estas ofertas?
«Os cínicos hão-de gostar da resposta fornecida por um novo estudo da autoria de Jonathan Meer (Univ. Stanford) e Harvey S. Rosen (Univ. Princeton), o qual oferece evidência persuasiva de que alguns ex-alunos fazem donativos às suas antigas escolas na esperança de fazer aumentar as probabilidades de admissão dos seus próprios filhos.»
"The Old College Try"
Joel Waldfogel, Slate Magazine
"Altruism and the Child-Cycle of Alumni Donations" [Maio 2007 - pdf]
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Parece que as Universidades inglesas estão a fazer perguntas estranhas aos candidatos a caloiros. Segundo uma notícia do 





(Fonte:
«Durante décadas os negócios floresceram. Ao longo dos anos operadores rivais foram descobrindo maneiras de aumentar a produção, concebendo imaginativas redes de abastecimento que chegam a toda a parte, expandindo o mercado de tal forma que abastecem os consumidores leais em praticamente todos os países. As estimativas são difíceis de confirmar, em boa medida porque as empresas são relutantes em abrir as suas contas ao escrutínio público, mas julga-se que o sector terá tido vendas anuais da ordem dos 320 mil milhões de dólares em 2005 (livres de impostos). E embora alguns dos mais conhecidos canais de comercialização (os cartéis de cocaína de Medellin e Cali, por exemplo) tenham sido obrigados a fechar a loja, essencialmente devido a uma estrita regulação estatal, o sector no seu conjunto continua de saúde.