
Um Clipper Boeing 314 em Lisboa
(Este Sirius encontra-se actualmente no museu da Smithsonian Institution.)

Parece que as Universidades inglesas estão a fazer perguntas estranhas aos candidatos a caloiros. Segundo uma notícia do Times, em Oxford colocaram esta questão: "Perante três belas mulheres, totalmente despidas à sua frente, qual delas escolheria? Isto tem alguma relevância para a Economia?"
Pode ser que a pergunta nada tenha a ver com o tema da Economia e seja apenas um daqueles truques dos psicólogos para avaliar características pessoais, colocando os indivíduos perante opções inesperadas. O Times sugere que pode ser um preciosismo imposto pela necessidade de escolher os melhores entre um crescente número de candidatos.
Já o blog Stumbling and Mumbling opta por elaborar a sua própria resposta em 6 pontos (um deles reproduzido na caixa de baixo), originando uma interessante sequência de comentários, alguns deles preocupados com o facto de não se tratar de uma pergunta uni-sexo. Num desses comentários diz-se: "A vantagem de fazer perguntas estranhas é que testam a tua capacidade para respostas rápidas e para ressaltar o conhecimento que tens para pensar criativamente e responder a uma pergunta que nunca te tinha sido feita antes. Não sei até que ponto a escola pode ensinar as pessoas a fazer isso, ou talvez apenas encorajá-las nesse sentido".
«Talvez a "preferência colectiva" não exista. Por exemplo, perante a escolha entre Kate Moss, Kathy Sykes e Kelly Brook, a minha opção é: 1 = Kathy, 2 = Kelly, 3 = Kate. A escolha de um dos meus colegas é: 1 = Kate, 2 = Kathy, 3 = Kelly. E um outro colega: 1 = Kelly, 2 = Kate, 3 = Kathy.
Portanto, quem é que preferimos, colectivamente? É impossível dizer com segurança, a menos que possamos medir as nossas preferências interpessoais, de modo a avaliar se a minha preferência por Kathy relativamente a Kelly é mais forte do que a preferência do meu colega por Kelly relativamente a Kathy. Se não pudermos fazer isto — ou seja, se o utilitarismo cru não se aplicar — então estamos no mundo do teorema da impossibilidade de Arrow. Isto mostra que a escolha social não é essa coisa simples que os políticos por vezes apregoam.»
Deve-se tomar a decisão de entrar (ou sair) de uma guerra em função de uma análise económica de custo-benefício? Ou pode-se sequer avaliar a validade de uma guerra na base dessa contabilidade?
No seu blog dialogal, Becker e Posner escrevem sobre o trade off entre os custos e benefícios da guerra, ou, mais especificamente, do sucesso diplomático versus o custo em mortes. Becker inicia a sua análise com a descrição de uma teoria de Francis M. Bator, um professor de Harvard que entre 1965 e 1967 foi conselheiro de segurança na Casa Branca. Recentemente foi divulgada uma sua short monograph, "No Good Choices: LBJ and the Vietnam/Great Society Connection", que defende a teoria de que ao enviar mais e mais tropas para o Vietame, o presidente L.B. Jonhson não foi vítima de inexperiência, nem foi mal avisado pelos militares, nem estava convencido de que essa era a via para ganhar a guerra, nem sequer esperava derrotar os comunistas. O que o precupava eram os seus programas públicos, designados como "Great Society" (Medicare, "Guerra à Pobreza", "Voting Rights Act", etc), e temia que fossem bloqueados pelo Congresso caso se criasse a ideia de que ele estava a "perder a guerra". Ou seja: fazia-se uma guerra lá longe mas apenas para obter determinados efeitos de política interna. Becker aborda depois a questão de como traduzir em valor monetário as mortes e feridos de guerra, bem como o tal prestígio diplomático (suponho que seja tanto "pela positiva" como "pela negativa", ou seja, que envolva tanto a admiração como o receio que o guerreiro inspira).
Becker não garante que Bator tem razão, e Posner garante que não tem. Mas se é verdade que ostes posts falam da guerra do Vietname e de L.B.Johnson, também é verdade que podem ter sido escritos a pensar na guerra e ocupação do Iraque. Nesse caso, qual seria a política interna dos EUA que justificaria a guerra?
O texto de Bator está disponível aqui: "No Good Choices: LBJ and the Vietnam/Great Society Connection". [pdf]
| A curva do negócio Note que o tempo nos foges dos dedos, veloz como um foguete supersónico. Não podemos perder os barcos gregos: mantenha-se em contacto telefónico. É de prever a curva do negócio: conservas para Goa no embarque. Sonde-me o Ministério e o Consórcio New Manufactur's of Lorenzo Marques. Prometa o que quizer, mas verbalmente. Sinto que está a ser ultrapassado e isso, meu caro, é a morte de um gerente. Temos de ir mais depressa, mais depressa! Veja se o Union Bank envia o delegado, e ature-me esses tipos da Imprensa. Vasco Costa Marques |
Ainda que "mal acomparado", esta classificação das cidades portuguesas elaborada pela DECO (no âmbito de um estudo que abrangeu 76 cidades de vários países da Europa) parece indicar uma tendência semelhante à que é referida para cidades dos EUA numa entrada mais abaixo (EUA: novo mapa). As três cidades que em Portugal ocupavam o pódio do prestígio há algumas décadas (Lisboa, Porto e Setúbal) estão agora no fim da fila, segundo este estudo.
| Cidades | Índice de Qualidade de Vida | |||
| 1 | Viseu | 59,86 | + qualidade de vida | |
| 2 | Castelo Branco | 57,93 | ↑ | |
| 3 | Aveiro | 57,90 | | | |
| 4 | Bragança | 57,83 | | | |
| 5 | V. Castelo | 57,71 | | | |
| 6 | Braga | 56,39 | | | |
| 7 | Coimbra | 55,13 | | | |
| 8 | Évora | 54,41 | | | |
| 9 | Beja | 53,57 | | | |
| 10 | Vila Real | 53,37 | | | |
| 11 | Leiria | 53,26 | | | |
| 12 | Portalegre | 52,84 | | | |
| 13 | Guarda | 51,80 | | | |
| 14 | Santarém | 49,93 | | | |
| 15 | Faro | 49,50 | | | |
| 16 | Porto | 46,45 | | | |
| 17 | Lisboa | 45,93 | ↓ | |
| 18 | Setúbal | 43,79 | - qualidade de vida | |
[ clique para ampliar ] Segundo este gráfico, nos EUA, as mulheres obtêm um ganho maior com a formação superior do que o homens. Trata-se de um estudo de Gary Becker e Kevin Murphy, que fala sobre o "lado positivo" da crescente desigualdade de rendimentos. Aparentemente trata-se de uma reedição da curva de "U invertido" de Kuznets. O que este senhor dizia é que o desenvolvimento económico, numa fase inicial, faz aumentar as desigualdades, e só numa segunda fase é que as coisas se ajustam. Isto deu origem ao slogan "dividir o bolo só depois do desenvolvimento" e contrariava as teses desenvolvimentistas de esquerda, que apelavam a dividir o bolo "antes" do desenvolvimento.
Becker e Murphy dizem que é isso precisamente que está a acontecer na China e na Índia: as desigualdades estão a aumentar devido à explosão do crescimento. Quanto aos EUA, a origem vem da grande procura de pessoas qualificadas, que faz aumentar os rendimentos dos que estudam mais.
Os autores também encontraram aqui um paradoxo: se mais estudos têm um "pay-off" tão elevado, porque é que não há mais gente a completar estudos superiores? Esta questão também é velha: porque será que as pessoas não se comportam de acordo com os belos modelos de equilíbrio da Economia neo-clássica?. Becker e Murphy respondem deste modo:
«As respostas a esta questão, bem como a outras questões relacionadas, reside em parte no estilhaçar da famíla americana e nos consequentes baixos níveis adquiridos por muitas crianças na escolas básicas e secundárias - particularmente indivíduos de famílias separadas. As capacidades cognitivas tendem a desenvolver-se em idades muito baixas, enquanto que - tal como mostrou o nosso colega James Heckman - capacidades não cognitivas, como os hábitos de estudo, chegar a tempo aos compromissos e atitudes perante o trabalho, só se adquirem mais tarde, embora ainda enquanto jovens. Muitos dos que abandonam a escola parecem estar seriamente afectados nas capacidades não cognitivas que lhes permitiriam tirar proveito das elevadas taxas de retorno da educação e de outro capital humano.»
Até parece storytelling, não é? Porém, a verdade é que nos EUA estuda-se muito todo este tipo de questões. Quem é que estará mais ameaçado com o virus do storytelling: aqueles que fazem muitos estudos e se perdem nos dados, ou aqueles (como nós) que não fazem estudos nenhuns e explicam o mundo à volta (e dirigem a política) de acordo com "racionalidades" ideológicas congeminadas por algum economista fora-de-prazo (parafraseando outro economista fora-de-prazo)?

O novo "Mapa económico da América": uma visão curiosa, onde se pode verificar que o México já não existe, engolido pelas ondinhas do mar. Em todo o caso o desenho é para aqui convocado a propósito do artigo "The New Economic Map of America", que reza o seguinte:
«A geografia da economia americana está em constante mudança. Agora chegou a vez do interior se vingar das grandes urbes das costas Este e Oeste. Cidades como Sioux Falls, South Dakota e St. George (Utah) são as vencedoras. As perdedoras são cidades ‘hip’ tais como Boston e São Francisco, que parece ainda não se terem apercebido disso.
«Se lhes perguntarem quais as cidades que são as grandes campeãs económicas, quase toda a gente que leia jornais ou assista aos noticiários televisivos nomeará sítios como Nova Iorque, São Francisco, Boston e Washington, onde os preços dos condomínios e vivendas escalaram e os ricos tiveram a "sorte grande" ao alavancarem os seus activos imobiliários.
«Mas na realidade os verdadeiros pontos quentes encontram-se espalhados pela grande paisagem americana que os media baseados em Manhattan desconhecem. A escalada dos preços dos condomínios constitui um fenómeno menor e provavelmente transitório. Na nova geografia económica da América a maioria dos vencedores está no interior; e os perdedores encontram-se nas costas densamente povoadas.
«Em 2005 havia menos pessoas empregadas em Nova Iorque do que em 1969. No mesmo período, nos EUA como um todo, criaram-se 61 milhões de empregos, um acréscimo de 87%. O verdadeiro crescimento desde os anos 1990 ocorreu em lugares como Sioux Falls, Reno, Boise. Estas cidades beneficiaram igualmente do aumento sem precedentes dos valores do imobiliário mas, ao contrário das cidades costeiras, também ganharam empregos numa grande variedade de sectores, desde a construção comercial até à alta tecnologia e serviços comerciais de topo.
«Entre 1994 e 2005 a área de Phoenix expandiu o emprego em 52%, Orlando em 48%, Charlotte em 31%, Boise 44%, Reno 36%, Houston 25% e Las Vegas uns extraordinários 86%. Comparativamente, Nova Iorque e a grande Chicago expandiram-se na ordem de apenas um dígito, enquanto que as áreas de Cleveland, Baltimore, Detroit e Filadélfia perderam empregos. Não é pois de surpreender que muitas pessoas - particularmente jovens famílias - estejam a abandonar as cidades de crescimento lento.»
(...)

Mark Blaug
| Quando o teu vizinho perde o emprego é uma desaceleração, quando você perde o emprego é uma recessão mas quando um economista perde o emprego é uma depressão. (anónimo) |
«Durante décadas os negócios floresceram. Ao longo dos anos operadores rivais foram descobrindo maneiras de aumentar a produção, concebendo imaginativas redes de abastecimento que chegam a toda a parte, expandindo o mercado de tal forma que abastecem os consumidores leais em praticamente todos os países. As estimativas são difíceis de confirmar, em boa medida porque as empresas são relutantes em abrir as suas contas ao escrutínio público, mas julga-se que o sector terá tido vendas anuais da ordem dos 320 mil milhões de dólares em 2005 (livres de impostos). E embora alguns dos mais conhecidos canais de comercialização (os cartéis de cocaína de Medellin e Cali, por exemplo) tenham sido obrigados a fechar a loja, essencialmente devido a uma estrita regulação estatal, o sector no seu conjunto continua de saúde.
«Mas estarão esses dias felizes a chegar ao fim? Um relatório da ONU divulgado em 26 de Junho último sugere que as perspectivas de expansão de parte do sector são escassas. Embora se calcule que 5% dos adultos tenham consumido drogas ilícitas de qualquer tipo no ano passado, o uso de produtos mais suaves como o haxixe (canabis) e as anfetaminas aparentemente atingiu o seu máximo. Nos EUA, por exemplo, o uso de haxixe atingiu o ponto alto em 1979, quando mais de 16% da população o consumia. Em 2005 o consumo tinha caído para 10,4%.»
(...)
The Economist - "Is the narcotics industry in trouble?"
| Países | Taxa de desemprego | ||
| 1 | Polónia | 11,2% | |
| 2 | Eslováquia | 10,5% | |
| 3 | Grécia | 8,6% | |
| 4 | França | 8,6% | |
| 5 | Espanha | 8,2% | |
| 6 | Hungria | 8,2% | |
| 7 | Portugal | 8,0% | |
| 8 | Bélgica | 7,6% | |
| 9 | Bulgária | 7,5% | |
| 10 | Roménia | 7,2% | |
| 11 | Alemanha | 6,7% | |
| 12 | Finlândia | 6,6% | |
| 13 | Itália | 6,5% | |
| 14 | Malta | 6,4% | |
| 15 | Suécia | 6,2% | |
| 16 | República Checa | 6,1% | |
| 17 | Letónia | 5,8% | |
| 18 | Lituania | 5,4% | |
| 19 | Reino Unido | 5,4% | |
| 20 | Luxemburgo | 4,9% | |
| 21 | Eslovénia | 4,8% | |
| 22 | Estónia | 4,7% | |
| 23 | Áustria | 4,5% | |
| 24 | Chipre | 4,4% | |
| 25 | Irlanda | 4,0% | |
| 26 | Dinamarca | 3,4% | |
| 27 | Holanda | 3,3% | |
| Zona Euro | 7,1% | ||
| União Europeia (27) | 7,1% | ||

Mark Blaug
| Ordem | Países | % de pessoas que consumiu cannabis | |
| 1 | Nova Zelândia: | 22,23% | |
| 2 | Austrália: | 17,93% | |
| 3 | EUA: | 12,30% | |
| 4 | Reino Unido: | 9,00% | |
| 5 | Suiça: | 8,50% | |
| 6 | Irlanda: | 7,91% | |
| 7 | Espanha: | 7,58% | |
| 8 | Canadá: | 7,41% | |
| 9 | Holanda: | 5,24% | |
| 10 | Bélgica: | 5,01% | |
| 11 | França: | 4,70% | |
| 12 | Itália: | 4,60% | |
| 13 | Grécia: | 4,39% | |
| 14 | Alemanha: | 4,10% | |
| 15 | Dinamarca: | 4,02% | |
| 16 | Noruega: | 3,82% | |
| 17 | Portugal: | 3,68% | |
| 18 | República Checa: | 3,58% | |
| 19 | Polónia: | 3,38% | |
| 20 | Áustria: | 3,01% | |
| 21 | Finlândia: | 2,49% | |
| 22 | Luxemburgo: | 1,94% | |
| 23 | Hungria: | 1,19% | |
| 24 | México: | 1,13% | |
| 25 | Suécia: | 0,98% | |
| 26 | Japão: | 0,05% | |
| Média ponderada: | 5,8% | ||

Pessoas em fila na fronteira
«Como se justifica um muro na fronteira? Qual a justificação para condenar milhões de trabalhadores mexicanos não qualificados a vidas de pobreza desesperada? Dizem-me que se deve ao facto dos americanos deverem cuidar mais dos seus compatriotas do que de um bando de forasteiros. OK, mas quanto mais? Certamente deve haver um limite; ninguém pensa, por exemplo, que os americanos devam caçar mexicanos como desporto. Portanto, exactamente em que medida é que estão dispostos a atingir um estrangeiro para ajudar um americano? Representará o bem-estar de um mexicano 3/4 do de um americano, ou metade, ou 1/4?
(...)
Feitas as contas conclui-se que o ganho de 7 dólares de um imigrante vale 5 vezes a perda de 3 dólares dos americanos. Por outras palavras: para justificar a barragem do emigrante, temos de dizer que ele vale menos de 1/5 do cidadão americano.
Por contraste, houve um tempo em que a Constituição dos EUA contava um escravo negro como 3/5 de um cidadão de corpo inteiro. O Governador do Alabama, Bob Riley, pediu recentemente desculpa pelos danos da escravatura. Quanto tempo demorará até que os políticos peçam desculpa pelos danos das nossas restritivas políticas de emigração?»
Steven E. Landsburg - Slate
"One-Fifth of an American"
Apresentação flash com tecnologia Gapminder e Trendalyzer (*). O autor é Hans Rosling e o tema é o desenvolvimento da Suécia nos últimos 300 anos, mas a apresentação vale também pela exemplificação das potencialidades da tecnologia digital para a pedagogia.
Hans Rosling é professor de saúde internacional no Karolinska Institutet de Estocolmo e fundou a Gapminder, uma companhia não-lucrativa do sector IT, e que produz software que permite transformar estatísticas chatas em animações gráficas atractivas.
No seu blog Rosling explica que esta é a sua primeira tentativa de juntar video de manipulação cromática [chroma key video] com gráficos animados.
O chroma key video é usado há muito tempo nos noticiários da meteorologia. De repente ocorreu-me este cenário: os professores de Economia (e das outras disciplinas também) substituídos por umas meninas simpáticas e com grande poder comunicativo.
| Ordem | Países | Fatalidades por país | |
| 1 | Alemanha: | 465 | |
| 2 | Itália: | 427 | |
| 3 | Espanha: | 365 | |
| 4 | França: | 318 | |
| 5 | Portugal: | 285 | |
| 6 | Reino Unido: | 182 | |
| 7 | Áustria: | 145 | |
| 8 | Holanda: | 60 | |
| 9 | Irlanda: | 52 | |
| 10 | Grécia: | 48 | |
| 11 | Bélgica: | 41 | |
| 12 | Finlândia: | 29 | |
| 13 | Suécia: | 28 | |
| 14 | Dinamarca: | 27 | |
| 15 | Luxemburgo: | 6 | |
| Média ponderada: | 165,2 | ||
Abrigo de Pastora
Abrupto
Ação Humana
Adufe 4.0
Alcofa
Além das curvas
Apontamento
Arte da Fuga
Atento
Bioquímica sem Rede
Blasfémias
bl-g- -x-st-
Blog 19
Blogo existo
Blogómica
Bomba Inteligente
Catharsis
Causa Liberal
Cenário Econômico
Claras em Castelo
Contra F. & Argumentos
Contra Capa
De Gustibus
De lege agraria nova
Destreza das Dúvidas
Direito e Economia
Do Portugal Profundo
Economia em Debate
Economia & Finanças
Elbaeverywhere
Encapuzado Extrovertido
Espumadamente
Fases da Lua Cheia
Figmento
French kissin'
Horas Mortas
Indústrias culturais
Insurgente
Jornalismo e Com.
Jumento
Leonardo Monastério
Lida Insana
Mão invisível (A)
Margens de erro
Meia Livraria
Memórias Soltas de Prof.
Miss Pearls
My Guide to your Galaxy
Nada de novo...
Não posso evitar
Na prática a teoria é outra
Neuroeconomia
Nós-Sela
Número Primo
Nuno Crato
Observador
Office Louging
Palavras da Tribo
Pedra do homem
Pensar é...
Pleitos, Ap.e Comentários
Prozacland
Puxa Palavra
Que Universidade ?
O Reino dos Fins
Rabiscos Económicos
Registo Civil
Relações Internacionais
Resenhas
Sangue, Suor e Ideias
Saúde SA
Serendipidade
Substrato
Suplementos de Economia
(O) Valor das Ideias
Visto da Economia
Xatoo
Adam Smith Lives!
Agoraphillia
Angry Economist
Asymmetrical Information
Atlantic Blog
Austrian Economists
Becker-Posner Blog
La Boveda
BrainWaves
Business Pundit
Cafe Hayek
Calculated Risk
The Commons
Cyberlibris
Daily Dish
Decision Science News
The Distributed Republic
Econbrowser
Econ Junkie
EconLog
Economics Roundtable
Economic Principals
Economist's View
EconomiX
Entrepreneurial Mind
Environmental Economics
Institutional Economics
Knowledge Problem (The)
Macroblog
Mahalanobis
Marginal Revolution
Mises Economics
Natural Rationality
Neuroeconomics
The New Economist
Newmark's Door
Page Liberale
Paul Krugman
Private Sector Dev. Blog
Stumbling and Mumbling
Venture Blog