
Com o jornal Público de 6ª feira próxima, um guia interessante (passe a publicidade).

O número de endereços [hosts] da Internet caiu pela primeira vez desde 1993, de acordo com o Internet Domain Survey, publicado pela Internet Systems Consortium. [Hosts] são endereços de computador separados que são contactados quando se procura aceder a uma página ou domínio. O seu número diminuiu na ordem dos 6 milhões, situando-se em 433 milhões em Janeiro de 1997, a primeira descida de sempre. Em geral, mais endereços significam mais websites, mais computadores e uma Internet em crescimento. Mas não obrigatoriamente. Também pode ser que a sua contagem de forma apurada se esteja a tornar mais difícil: por exemplo, em redes Wi-Fi e empresariais, centenas de computadores podem partilhar um endereço e contar como apenas um endereço.
Dip or Blip, The Economist
| Data | Nº de Hosts |
| Janeiro 2007 | 433.193.199 |
| Julho 2006 | 439.286.364 |
| Janeiro 2006 | 394.991.609 |
| Julho 2005 | 353.284.187 |
| Janeiro 2005 | 317.646.084 |
| Julho 2004 | 285.139.107 |
| Janeiro 2004 | 233.101.481 |
| Janeiro 2003 | 171.638.297 |
| Julho 2002 | 162.128.493 |
| Janeiro 2002 | 147.344.723 |
| Julho 2001 | 125.888.197 |
| Janeiro 2001 | 109.574.429 |
| Julho 2000 | 93.047.785 |
| Janeiro 2000 | 72.398.092 |
| Julho 1999 | 56.218.000 |
| Janeiro 1999 | 43.230.000 |
| Julho 1998 | 36.739.000 |
| Janeiro 1998 | 29.670.000 |
| Julho 1997 | 19.540.000 |
| Janeiro 1997 | 16.146.000 |
| Julho 1996 | 12.881.000 |
| Janeiro 1996 | 9.472.000 |
| Julho 1995 | 6.642.000 |
| Janeiro 1995 | 4.852.000 |
| Julho 1994 | 3.212.000 |
| Janeiro 1994 | 2.217.000 |
| Julho 1993 | 1.776.000 |
| Janeiro 1993 | 1.313.000 |
☲ (menina da direita) - Olá, sou a Wii ☲ (menina da esquerda) - E eu sou a PlayStation 3 ☲ - Eu gosto é de karts: Vrrruuuum! Vrrruuum! ☲ - Os meus interesses são: combate da II Guerra Mundial, Karaoke e Futebol ☲ - Eu sou gira como um botão ☲ - Bem, eu sou educada e mundana, mas se só queres passar um bom bocado, só tens de descobrir quais dos meus botões deves carregar. E já que falo nisso: as minhas funções vibrantes foram desactivadas. ☲ - Só tens de me tocar, para teres o melhor tempo da tua vida ☲ - Mas eu tenho várias camadas e estou bem equipada para multiplos jogadores e pronta para regular a tua vida com as minhas multi-aplicações e multi-ambições. Sou larga e potente! ☲ - Eu sou apenas muito animada ☲ - As pessoas sabem porque é que continuo no negócio mesmo sendo cara: as coisas boas custam dinheiro! ☲ - Eu sou barata e divertida ☹ - Será que ainda não ouviram falar do Blu-Ray? É o futuro! Alta definição! Uma experiência como nunca tiveram! ☲ - Então até breve! |
| Ordem | Países | Percentagem | |
| 1 | Eslováquia: | 10,2% | |
| 2 | Itália: | 6,5% | |
| 3 | Grécia: | 6,4% | |
| 4 | Polónia: | 6,1% | |
| 5 | Espanha: | 6,0% | |
| 6 | Irlanda: | 5,6% | |
| 7 | República Checa: | 4,4% | |
| 8 | Bélgica: | 4,0% | |
| 9 | Alemanha: | 3,9% | |
| 10 | França: | 3,8% | |
| 11 | Húngria: | 3,1% | |
| 12 | Finlandia: | 2,4% | |
| 13 | Áustralia: | 1,8% | |
| 14 | Portugal: | 1,7% | |
| 15 | Reino Unido: | 1,5% | |
| 16 | Suécia: | 1,4% | |
| 17 | Áustria: | 1,3% | |
| 18 | Nova Zelandia: | 1,2% | |
| 19 | Japão: | 1,2% | |
| 20 | Holanda: | 0,9% | |
| 21 | Dinamarca: | 0,9% | |
| 22 | Canadá: | 0,8% | |
| 23 | Luxemburgo: | 0,6% | |
| 24 | Suíça: | 0,6% | |
| 25 | Islãndia: | 0,2% | |
| 26 | EUA: | 0,2% | |
| 27 | Noruega: | 0,2% | |

Mark Blaug

"Use os incentivos para se apaixonar, sobreviver à próxima reunião e motivar o seu dentista"
A conhecida tendência de alguma teoria económica para invadir outras áreas do conhecimento como a Psicologia e a Sociologia (tendência designada como "imperialismo" da Economia) conhece agora um desenvolvimento interessante: surgem os manuais para aplicação da coisa no dia a dia de cada um, também em áreas inesperadas.
Já no filme "Uma Mente Brilhante" havia um vislumbre das potencialidades da teoria, quando o atormentado matemático e economista John Nash explica a relação entre a teoria dos jogos e as opções de acasalamento dos humanos. Pois agora temos o manual "Descubra o Economista que há em si" ("Discover Your Inner Economist") que promete explicar como "usar o raciocínio económico para nosso proveito" e mostrar a sua utilidade para a escolha da ementa, a atracção do parceiro ideal, ou o controlo das pessoas que falam demais em reuniões, ou ainda para lidar com o dentista (nos EUA parece ser um problema difícil).
Um dos paradoxos apontados às expectativas racionais era o pressuposto de que as pessoas se comportavam como se conhecessem a melhor teoria económica disponível. Um frisson equivalente ocorre quando se explica aos alunos que as pessoas fazem as suas compras na praça de frutas e legumes, de tal forma que igualam as utilidades marginais por unidade monetária. Na realidade, trata-se apenas de teorias que procuram explicar comportamentos que, em si mesmos, possuem uma complexidade de que nenhuma teoria alguma vez se aproximará. Os mecanismos que conduzem o comportamento não têm que ser necessariamente explícitos ou conscientes para o sujeito: veja-se o que a neurobiologia tem descoberto neste domínio.
Mas não seriam os economistas que se iriam contentar em apenas explicar o mecanismo da tomada de decisão: se há dinheiro nisso, toca a aproveitar. E aí temos a teoria em pastilhas facilmente digeríveis para felicidade das massas. Afinal de contas, se os economistas não aproveitassem as oportunidades de negócio que eles próprios estudam, parvos seriam.
Claro que o livro não constitui uma novidade absoluta, pois parece integrar-se na corrente dos anteriores Freakonomics ("um economista rasca esplora o lado oculto de tudo") e The Undercover Economist ("explicando porque é que os ricos são ricos e pobres os pobres"). Tudo obras com um ar muito divertido, parecendo querer contrariar a maldição da "ciência deprimente" (dismail science). Mas será que a Economia sobrevive de cara alegre? Alguns autores marxistas (Mandel) acreditavam que na sociedade comunista, ou da abundância, a teoria económica e os economistas deixavam de ser necessários. Agora, se colocam os economistas a rir e o povo a praticar a arte, prevejo sérias complicações. Dizia um autor (Henry Miller ?): não mostres que gostas da tua profissão, senão obrigam-te a pagar para a exercer. Neste caso: não metas o pessoal a rir senão pensam que já cá não fazes falta.

«Em primeiro lugar, eu tenho a noção que um sistema estritamente liberal, no sentido neo-liberal, é mau para a sociedade. Porque tem mecanismos automáticos, entre os quais a geração de desigualdade. São automáticos, não é preciso grande teoria para [provar] isso. Em segundo lugar, tenho um sentido enorme do Estado, que me tem dado muita chatice na vida e tenciono morrer com ele, Não é chique dizer isto. Hoje é chique dizer "vamos acabar com o Estado". Acabar com o Estado que não presta, isso sim! Há muita parte morta no Estado. O mercado existe e vai aumentar - isto é a má notícia. A mercantilização da vida humana vai aumentar.»
Ernâni Lopes, respondendo a uma
pergunta sobre se "acredita nos mercados"
Setúbal, 17.Jun.2007


«Durante o próximo mês a Comissão Europeia anunciará uma modesta proposta para reformar o altamente subsidiado e detalhadamente regulamentado sector viti-vinícola. A verdade é que os experimentados funcionários de Bruxelas tiveram de recuar perante a reacção adversa dos governos nacionais. Embora cada um tenha as suas queixas, a resposta global da "cintura vinícola" da Europa foi a de cavar trincheiras e resistir perante os apelos à liberalização, em nome da tradição e alta cultura. A oposição nem sequer é acerca de dinheiro, porque a Comissão tornou claro que não cortaria um cêntimo do orçamento para o vinho. Mariann Fischer Boe, a norueguesa comissária da Agricultura, desabafou que "há mais tensão no vinho do que já vi em qualquer outro produto agrícola".
(...)
«Nem toda a algazarra acerca dos planos da Comissão é ideológica. Existem divergências, por exemplo, acerca da utilização de açúcar, no norte e centro da Europa, para melhorar o vinho em anos maus. Mas a maior batalha é acerca da liberalização: a arriscada ideia que é fazer vinho que os consumidores desejem efectivamente comprar.
«A Comissão também quer arrancar 200 mil hectares de vinhas (cerca de 6% do total da UE) e pagar aos agricultores que não conseguem vender o seu vinho, para que abandonem o sector. Uma vez isso feito, prevê colocar restrições à plantação de novas vinhas em 2014, para permitir que os produtores eficientes se possam expandir. Mas existe uma grande oposição ao arranque de vinhas. O ministro alemão da agricultura, Horst Seehofer, convidou no mês passado a srª. Fischer Boel e os seus colegas ministros da agricultura para uma abadia perto de Mainz, onde os agraciou com um Riesling de 50 anos, ao mesmo tempo que classificava os planos da Comissão para arranque de vinhas como "não muito razoáveis". Os agricultores até podem ser pagos para arrancar as vinhas, mas o que é que irão fazer a seguir, perguntou ele, apoiado por Portugal e outros.»
"In vino veritas", The Economist, 14.Jun.2007

Mark Blaug
A 77ª Feira do Livro de Lisboa averbou significativos aumentos de vendas em relação ao ano anterior. Há quem fale em acréscimos de 20%, com picos de 40% (Público - 
Tubarão de Alcochete engolindo uma marm'Ota
insinuação de que por detrás do estudo da CIP estariam "interesses" obscuros solene aviso ao Governo de que, ao recuar da posição "Margem Sul - jamé!", perde autoridade choradinho de que, sem aeroporto, a zona definha
as empresas também podem ter um papel cívico. Eu sei que Friedman diz que pedir a uma empresa para ter uma responsabilidade social é o tão absurdo como pedi-lo a um prédio, mas as empresas são, essencialmente, pessoas, e impensável seria que a condição humana não extravazasse para a conta corrente da empresa; tanto no bom sentido (filantropia, p.ex.) como no mau (corrupção visando ganhos pessoais, etc). as empresas têm a ganhar se o país for mais eficiente e competitivo em termos das grandes redes de transportes; uma empresa pode ter um interesse muito particular numa dada localização do aeroporto (na Ota, Alcochete, ou alhures) e mesmo assim esse interesse coincidir com o do país; impossível seria encontrar um sítio onde esses interesses inexistissem; desse ponto de vista, Alcochete, com o peso de terrenos já públicos, é até o local que os minimiza.

«Em 1965, o homem médio [nos EUA] gastava 42 h por semana a trabalhar no escritório ou na fábrica; se juntarmos pausas para café, para almoço, e deslocações de e para o trabalho, atingem-se as 51 horas. Actualmente, em lugar destas 42 e 51 horas, gasta 36 e 40. E onde ocupa ele o tempo livre extra? Uma pequena parte em compras, outra pequena parte em trabalhos domésticos, e uma grande parte a ver TV, ler o jornal, ir a festas, descansar, ir a bares, jogar golfe, navegar na Net, visitar amigos e praticar sexo. No conjunto, dependendo do que se considerar, tem mais 6 a 8 horas por semana para lazer: o equivalente a nove semanas extra de férias por ano.
«Quanto às mulheres [nos EUA], o tempo que gastavam no emprego ia de 17 a 24 horas por semana. Com pausas e deslocações, os valores sobem para 20 e 26 h, respectivamente. Mas o tempo gasto em tarefas caseiras desceu de 35 horas por semana para 22, um ganho líquido de 4 a 6 horas, ou o equivalente a 5 semanas de férias extra.
«Uma pequena parte destas mudanças deve-se a factores demográficos: o americano médio é mais velho e tem menos filhos, actualmente, por isso não surpreende que trabalhe menos. Mas mesmo quando se comparam os modernos americanos com a mesma dimensão familiar, idade e nível educacional, os ganhos continuam a ser da ordem das 4 a 8 horas por semana, qualquer coisa como 7 semanas extra de férias por ano.
«Mas não acontece assim com todos. Cerca de 10% continuam em 1965, em temos de tempo de lazer. No extremo oposto, outros 10% ganharam umas espantosas 14 horas por semana, ou mesmo mais. Dum modo geral, os maiores ganhos de tempo de lazer foram precisamente para aqueles com rendimentos mais estagnados — ou seja, os menos capacitados e com menor nível educacional. Simetricamente, os menores ganhos de tempo de lazer concentram-se nas pessoas com maior nível educacional — o mesmo grupo que teve os maiores ganhos de rendimento.
«Aguiar and Hurst [autores do paper Mesuring Trends in Leisure] não conseguem explicar esta crescente desigualdade, tal como ninguém consegue explicar totalmente a crescente desigualdade nos rendimentos.»
Steven E. Landsburg, Slate
"The Theory of the Leisure Class"

Mark Blaug

«Durante os últimos 60 anos, em todas as nações economicamente avançadas, e também em muitos dos países em desenvolvimento, as mulheres passaram a participar muito mais na actividade económica, e atingiram também maiores níveis de escolaridade, em parte porque as taxas de nascimento também declinaram acentuadamente. Como resultado, as mulheres passaram a dispôr de mais tempo livre das responsabilidades domésticas. A economia americana, tal como outras economias avançadas, também se deslocaram das actividades de manufactura para as de serviços, onde sempre tem sido mais fácil às mulheres encontrar emprego. Também diminuiram as discriminações na admissão a escolas de Medicina, Direito, Engenharias e outras, provavelmente sob a pressão do crescente número de mulheres que pretendem entrar nesses domínios. Cerca de metade dos estudantes de Medicina e Direito, nos EUA, são mulheres, e a sua inscrição em programas de MBA e escolas de engenharia está também a aumentar rapidamente.
«Uma fracção maior de mulheres trabalha agora a tempo inteiro, comparativamente com o que acontecia há 50 anos atrás. (...) Maiores níveis educacionais e maior participação feminina na força de trabalho contribuiram para aumentar os rendimentos anuais das mulheres, relativamente aos homens. Algumas estimativas indicam que as mulheres ganham mais do que os maridos em mais de 30% dos lares em que ambos trabalham, e a fracção das famílias em que as mulheres são o principal sustentáculo financeiro tem crescido a uma grande velocidade.
«No entanto, as mulheres, em média, ainda ganham menos do que os homens, e estão muito menos representadas nos percentis superiores da distribuição global de rendimentos. Nas próximas duas décadas deveremos assistir à diminuição deste fosso, mas será ele eliminado? Se, como é provável, as mulheres continuarem a retirar tempo de trabalho para cuidar das crianças, e a faltar ao trabalho quando elas adoecem ou necessitam de atenção especial, isso continuará a reduzir os seus rendimentos face aos dos homens, bem como a sua representação no topo dos escalões de rendimentos.»
Gary Becker
Women's Role in the Economy

Charles I. Jones
«O rendimento per capita dos países mais ricos excede o dos mais pobres por um factor superior a 50. O que explica estas enormes diferenças? Este paper regressa a duas antigas ideias da Economia do desenvolvimento e propõe que a complementaridade e as ligações estão no cerne da explicação. Em primeiro lugar, e tal como a resistência de uma cadeia é a do seu elo mais fraco, qualquer problema em qualquer ponto na cadeia de produção pode reduzir substancialmente o output, no caso de os inputs entrarem em associações complementares. Em segundo lugar, as ligações entre empresas por via de bens intermédios fornecem um multiplicador similar ao que era associado à acumulação de capital no modelo neoclássico de crescimento. Uma vez que a fatia do rendimento dos bens intermédios é cerca de 1/2, este multiplicador é importante. O paper desenvolve um modelo com inputs complementares e ligações através dos sectores e mostra que podem facilmente gerar-se diferenças substanciais no rendimento agregado.»

A culpa é do DNA...

Mark Blaug
Se olharmos para uma simples correlação entre o crime per capita e polícias per capita, obtemos isto: A polícia provoca crime! Alguns dos inspirados por Foucault podem chegar a essa conclusão, mas não é surpresa que lugares com muitos crimes têm muitos polícias. Estimar o verdadeiro efeito da polícia no crime a partir de dados observados é difícil, porque polícia e crime são conjuntamente determinados. (...) Quando é lançado um alerta relacionado com o terrorismo, a polícia de Washington DC coloca mais agentes na rua. Descobrimos que o crime diminui significativamente durante estes períodos de alerta elevado: |
Abrigo de Pastora
Abrupto
Ação Humana
Adufe 4.0
Alcofa
Além das curvas
Apontamento
Arte da Fuga
Atento
Bioquímica sem Rede
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