
"The Economics of Networks", de Nicholas Economides, da New York University |
![]() «Os americanos não estão para invejas. O fosso entre ricos e pobres é maior ali do que em qualquer outro país avançado, mas a maioria das pessoas não está preocupada com isso. Enquanto os europeus sofrem por causa do modo como o bolo económico é dividido, os americanos querem é juntar-se aos ricos, e não espremê-los. Oito em cada dez americanos - mais do que em qualquer outro lado - acreditam que, embora se possa partir de uma situação de pobreza, se se trabalhar bastante, pode-se amealhar imenso dinheiro. É um ponto central do sonho americano.» The Economist, Inequality in America |
| Irão e aumento das tensões |
| Giorgio Primiceri, Professor da Northwestern University, estará na próxima segunda-feira (19 de Junho) em Lisboa, para uma conferência sobre a variabilidade temporal das flutuações macroeconómicas ("The Time Varying Volatility of Macroeconomic Fluctuations"). O evento é organizado pelo Banco de Portugal e tem lugar às 17 horas, no Edifício Portugal, na Rua Francisco Ribeiro nº 2. A intervenção deste conferencista deverá acompanhar de perto o paper com o mesmo nome, escrito em co-autoria com Alejandro Justiniano, e que se encontra disponível aqui (pdf): "The Time Varying Volatility of Macroeconomic Fluctuations". Outros trabalhos deste economista: |
No suplemento de Economia do Expresso de 3 de Junho passado, um artigo de Jorge Nascimento Rodrigues chama a atenção para as oportunidades de mercado das neuro-tecnologias aplicadas à prevenção e tratamento de doenças neurológicas. O artigo baseia-se no trabalho de Zack Lynch e da sua empresa Neuroinsights.
Evo Morales

John Kenneth Galbraith
"Entre Deus e o diabo: mercados e interação humana nas ciências sociais"Artigo de Ricardo Abramovay - Tempo Social, vol.16 nº2 (Nov. 2004) Disponível em html e pdf. «A principal característica da nova sociologia económica, que ganha prestígio crescente nos Estados Unidos e na Europa, é estudar os mercados não como mecanismos abstractos de equilíbrio, mas como construções sociais. Essa orientação, entretanto, longe de opor-se aos procedimentos da ciência económica, é também partilhada por alguns dos seus mais importantes expoentes. É bem verdade que a economia contemporânea faz jus à reputação tão difundida de ciência cinzenta, mecânica e incapaz de incorporar preceitos éticos nos seus pressupostos. Mas parte importante e cada vez mais significativa da disciplina volta-se justamente para o estudo de formas concretas de interacção social e questiona as motivações puramente egoístas e maximizadoras postuladas axiomaticamente pela tradição neoclássica. Entre essas correntes destaca-se a nova economia institucional, cujos temas são objecto também da nova sociologia económica. Apesar das suas diferenças de abordagem, ambas contribuem para evitar que mercados sejam encarados como soluções mágicas para todos os problemas sociais ou como formas diabolizadas de interacção que a emancipação humana acabará um dia por suprimir.» |
| O jornal "Público" publica hoje (Domingo) o ranking das "25 melhores empresas para trabalhar em Portugal". O estudo, realizado pela empresa Great Place to Work® Institute Portugal, será divulgado extensivamente, amanhã, na revista DiaD, que acompanha a edição daquele jornal. Entre os elementos considerados para elaboração do ranking contam-se: |
| Nº | Empresa | Sector |
| 1 | Amgen | biofarmacêutica |
| 2 | Microsoft | tecnologia |
| 3 | Mapfre | seguros |
| 4 | Huf | automóvel |
| 5 | Real Seguros | seguros |
| 6 | Roche | farmacêutica |
| 7 | General Electric | serviços |
| 8 | Liberty | seguros |
| 9 | Martifer | metalomecânica |
| 10 | Janssen-Cilag | farmacêutica |
| 11 | Unicer | bebidas |
| 12 | Somague | construção e obras públicas |
| 13 | PriceWaterhouseCoopers | serviços às empresas |
| 14 | Auto-Sueco | comércio automóvel |
| 15 | Axa | seguros |
| 16 | Lusitânia | seguros |
| 17 | Medtronic | medicina |
| 18 | Diagero | bens de consumo |
| 19 | Unisys | consultoria de TI |
| 20 | Deloitte | serviços às empresas |
| 21 | Mahle | automóvel |
| 22 | José Júlio Jordão | sistemas de refrigeração |
| 23 | Compal | bebidas |
| 24 | Schenker | serviços |
| 25 | Man | automóvel |
O estudo, com o título "Epistemic Systems", foi publicado em 2005 na revista Episteme: Journal of Social Epistemology, e encontra-se disponível em linha, em ficheiro Word, aqui. Eis o resumo: |
«Sistemas epistémicos são processos sociais que geram considerações [judgments] acerca da verdade e falsidade. Apresento uma teoria matemática dos sistemas epistémicos que tem larga aplicação. Nas áreas de aplicação incluem-se a ciência pura, a tortura, a investigação policial [forensic] a espionagem, a auditoria, os testes clínicos, os processos democráticos e a economia de mercado. Eu examino a tortura e a investigação policial com algum detalhe. Este paper é um exercício de epistémica institucional comparativa, que considera o modo como as instituições de um dado sistema epistémico influenciam o seu desempenho, medindo coisas como as taxas de erro e o volume de conclusões [judgments] geradas.»
«Avanços na biologia evolucionista, na economia experimental e na neurociência, estão a lançar uma nova luz sobre questões antigas acerca do bem e do mal, da justiça, da liberdade, da "rule of law" e da relação entre o indivíduo e o Estado. Começa a acumular-se evidência sugerindo que os humanos desenvolveram certas predisposições comportamentais fundamentais, assentes na nossa intensa natureza social, que essas predisposições se encontram codificadas no nosso cérebro como distribuição de prováveis comportamentos e que, portanto, pode haver um núcleo de direito universal humano.»Alguns dos temas abordados (primeiros 6 textos disponíveis em linha): |

«“A internet tem sido um ninho de inovação porque é "estúpida". Os que a conceberam não adivinharam como ela viria a ser utilizada e isso tornou-a extremamente flexível. Mas agora caminhamos para uma montanha de problemas de escala e de segurança, e algumas pessoas perguntam: se estivessemos a concebê-la desde o início, qual seria a configuração ideal?"»Página de Tom Standage
«Esta investigação desenvolve uma teoria e apresenta evidência empírica de uma ligação entre desempenho económico e a evolução genética. Importantes propriedades para a análise de tal ligação encontram-se no sistema imunitário adaptativo e, particularmente, no complexo principal de compatibilidade histológica [major histocompatibility complex - MHC], um complexo geneticamente codificado associado à defesa contra infecções.
A teoria incorpora propriedades do MHC num modelo de dependência mútua e exibe uma alternativa [trade-off] na qual qualquer agente que está melhor por possuir uma resposta imunitária diferente dos ouros, é também parte da cintura protectora dos outros numa dada população, na qual atingir respostas imunitárias semelhantes representa a situação óptima. Os dados estão baseados em grande número de amostras de sangue de 63 diferentes populações. A análise inter-regional mostra uma robusta asscociação negativa entre o desempenho económico e de saúde e a diversidade de MHC, e entre as ofertas médias em jogos de ultimato e confiança e diversidade de MHC.
A análise sugere que as sociedades que incorporam externalidades da dependência mútua atingem maior sucesso económico, e que a incorporação de externalidades é evidente ao nível genético.»
Abrigo de Pastora
Abrupto
Ação Humana
Adufe 4.0
Alcofa
Além das curvas
Apontamento
Arte da Fuga
Atento
Bioquímica sem Rede
Blasfémias
bl-g- -x-st-
Blog 19
Blogo existo
Blogómica
Bomba Inteligente
Catharsis
Causa Liberal
Cenário Econômico
Claras em Castelo
Contra F. & Argumentos
Contra Capa
De Gustibus
De lege agraria nova
Destreza das Dúvidas
Direito e Economia
Do Portugal Profundo
Economia em Debate
Economia & Finanças
Elbaeverywhere
Encapuzado Extrovertido
Espumadamente
Fases da Lua Cheia
Figmento
French kissin'
Horas Mortas
Indústrias culturais
Insurgente
Jornalismo e Com.
Jumento
Leonardo Monastério
Lida Insana
Mão invisível (A)
Margens de erro
Meia Livraria
Memórias Soltas de Prof.
Miss Pearls
My Guide to your Galaxy
Nada de novo...
Não posso evitar
Na prática a teoria é outra
Neuroeconomia
Nós-Sela
Número Primo
Nuno Crato
Observador
Office Louging
Palavras da Tribo
Pedra do homem
Pensar é...
Pleitos, Ap.e Comentários
Prozacland
Puxa Palavra
Que Universidade ?
O Reino dos Fins
Rabiscos Económicos
Registo Civil
Relações Internacionais
Resenhas
Sangue, Suor e Ideias
Saúde SA
Serendipidade
Substrato
Suplementos de Economia
(O) Valor das Ideias
Visto da Economia
Xatoo
Adam Smith Lives!
Agoraphillia
Angry Economist
Asymmetrical Information
Atlantic Blog
Austrian Economists
Becker-Posner Blog
La Boveda
BrainWaves
Business Pundit
Cafe Hayek
Calculated Risk
The Commons
Cyberlibris
Daily Dish
Decision Science News
The Distributed Republic
Econbrowser
Econ Junkie
EconLog
Economics Roundtable
Economic Principals
Economist's View
EconomiX
Entrepreneurial Mind
Environmental Economics
Institutional Economics
Knowledge Problem (The)
Macroblog
Mahalanobis
Marginal Revolution
Mises Economics
Natural Rationality
Neuroeconomics
The New Economist
Newmark's Door
Page Liberale
Paul Krugman
Private Sector Dev. Blog
Stumbling and Mumbling
Venture Blog